segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

617 - »OS POETAS E OS AMANTES» - ALBERTO DE LACERDA

617

OS POETAS E OS AMANTES

Ignoram e sabem. São o vento
que orienta os caminhos verdadeiros.
Redentores dos deuses nos humanos,
ei-los --
a fúria solene das noites que amanhecem,
as lágrimas dos olhos ignoradas,
a doçura das praias que prosseguem,
conservando na areia, durante algum tempo,
os passos humanos.

ALBERTO DE LACERDA

domingo, 7 de dezembro de 2014

616 - PARQUE NATURAL DE PENEDA-GERÊS

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PARQUE NATURAL DE PENEDA-GERÊS













Portugal Rotas e Tours

Compartilhada publicamente  -  5 de dez de 2014
Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG)

Esta área protegida foi a primeira a ser criada em Portugal e abrange vários concelhos do norte do país: Arcos de Valdevez, Melgaço, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro.

É considerado pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera e é uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística, pelo valor ecológico e pela variedade de fauna e flora.

www.icnf.pt/portal/ap/pnpg

#PenedaGerês #Natureza #VisitNorte #Portugal
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Foto do perfil de Antonio Alves Ferreira

sábado, 6 de dezembro de 2014

615 «QUE PENSAR DESTES POEMAS» - ANTÓNIO MARIA LISBOA

615

«QUE PENSAR DESTES POEMAS...»

Que pensar destes poemas: mundo sem classificações,
esquemas,meios diversos e opostos de ser e conhecer,
de se comportar e fazer comportar, de amar e ser amado,
pulverizando as escalas, aparências, arbitraridades dia-
lécticas do Bem e do Mal, da sua reversibilidade, da
sua interconexão?  -- Porque funde num só corpo: porque
contém a Lei e contém o que destrói a Lei, é o Paradoxo
a forma do Saber Oculto.

ANTÓNIO MARIA LISBOA

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

611 - «GÉNESE DA POESIA» - FERNANDO GUEDES

611

«GÉNESE DA POESIA

Nascem os versos
da emoção consciente
que transforma em cor
o gesto desprendido.
-- A existência de mais mundo
tem distância:
o Poeta só sente quando vive.

Depois,
é construção:
a subida lenta da forma,
o anjo revestido
da carne que lhe entregam.

                  (In A Serpente nº.1)

FERNANDO GUEDES